SECÇÃO DE JUDO             

Rua Alexandre Herculano, 20 - Coimbra

 

TAÇA  KIYOSHI  KOBAYASHI

ACEMISTAS QUATRO VEZES NO PÓDIO

     

      Coimbra foi, de novo, o palco da Taça K. Kobayashi. E os judocas Conimbricenses quiseram estar à altura do Evento e um bom lote deles marcou presença na Prova.

          Neles se integraram os judocas da A.C.M., com a presença de 6 participantes, já que o Olímpico e Medalha de Bronze Mundial, João Neto e o Campeão Nacional Júnior -73 Kg, Marcos Carvalho, não puderam participar a fim de recuperarem de pequenas lesões, tendo em vista a sua condição óptima para outros compromissos que se avizinham.

 

JOANA RAMOS (-52kg)  E HUGO ÂNGELO (-100KG) DE OURO

TRAZEM A RESPECTIVA TAÇA

          Dos 6 Acemistas participantes, 4 subiram ao pódio nas respectivas categorias.

       Joana Ramos, -52 Kg., levou de vencida toda a concorrência, alcançando o primeiro lugar na sua pule preliminar, vencendo pelo máximo de pontos os seus combates, contra Ana Hormigo, primeiro, e Carla Reis, depois. Na meia-final, Joana Ramos defrontou a Espanhola Mónica Borrachero, vencendo também pela pontuação máxima. Na final encontrou Ana Monteiro. A Joana manteve sempre o controlo do combate e venceu, naturalmente, a final, arrecadando mais um título para o seu invejável palmarés.

                                                                                                                                               Em –100 Kg., Hugo Ângelo realizou excelente prestação, vencendo os combates da sua pule preliminar, pela pontuação máxima. Na meia-final manteve a sua eficácia e ultrapassou o seu opositor também pela pontuação máxima. Na final reencontrou Nelson Azevedo que venceu ainda pela pontuação máxima, IPON, trazendo para si e para a A.C.M. mais um título, a acrescentar ao seu rico palmarés.

 

 

MARTA AMARO (+70Kg) E SÉRGIO MORAIS (-90Kg)

DE PRATA

Mais dois acemistas voltaram a fazer história  no Judo de Coimbra.

    Marta Amaro, +70 Kg, na primeira Prova em que participa, após recuperação de lesão, depois de alguns meses, venceu a sua pule preliminar contra Cristina Ponte e a Espanhola Janire Gurrea, alcançando vitórias individuais sempre pela pontuação máxima, o mesmo conseguindo na meia-final, onde encontrou Joana Costa.

          Na final, que iniciou muito bem, marcou Yuko (5 pontos) à consagrada Catarina Rodrigues que, aproveitando uma paragem da Marta, soube tirar partido da sua experiência e do reinicio de competição da Marta, para vencer, pela aplicação de Juji-Gate.

          A Marta esteve bem e espera-se que continue a sua preparação, a fim de chegar aos níveis a que nos habituou.                                                                                   

       Também o acemista Sérgio Morais, realizou brilhante prestação. Depois de um largo período de tempo, impedido de treinar, devido a problemas de saúde, reencontrou bem na competição, e apesar da infelicidade de Renato Morais, com quem disputou o primeiro combate e se viu forçado a abandonar por lesão, Sérgio venceu o seu quadro com grande concentração e muita determinação. No seu segundo combate encontrou o moldavo Ivan Gaguz e no terceiro, o espanhol Sérgio Urda, tendo vencido este combate com um movimento técnico de elevada qualidade, garantindo o acesso à final, quando faltavam apenas 10 segundos para o fim do encontro. Na final iniciou bem, mas a capacidade física de João Taveira fez-se notar e o Sérgio não conseguiu travar o Kata-guruma concretizado por J. Taveira. A Medalha de Prata estava já assegurada, por mérito próprio.

     Edson Valente, - 73 Kg, um principiante na competição venceria o seu primeiro combate, apesar da diferença de graduação e de experiência para o seu opositor. No segundo combate que conseguiu equilibrar até um erro seu ser bem aproveitado pela maior experiência do opositor. Esteve bem até aí. Depois marcou, de facto, a maior experiência do açoreano Pedro Carreiro. Boas notas deixadas pelo jovem acemista 

          Em -90 Kg, uma categoria de peso, pouco adequada ao tipo de prova, dado o peso real do atleta – pouco acima do limite mínimo  da categoria anterior, André Alves, em visível desvantagem, tudo fez para não deixar os seus créditos por mãos alheias, mas não conseguiu ir mais além do que a disputa de um segundo combate, este na repescagem, em que teve períodos que efectivamente a vitória esteve ao seu alcance.

 

P. INICIAL